David sf
Moderação
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“Como é que explico às pessoas que não têm saneamento mas vão ter alta velocidade?”
O auditório do Politécnico de Leiria encheu-se de cidadãos angustiados. O TGV vai cortar aldeias a meio, derrubar casas, rasgar o território. APA e IP estão a ouvir queixas e a esclarecer, mas pouco.www.publico.pt
O avanço de um país não se mede pelas grandes obras, mede-se por todas as pequenas obras que realmente dão qualidade de vida a toda a população.
Proponho em alternativa uma estação de diligências em Leiria e a distribuição de alguidares pela população para se irem abastecer à linha de água mais próxima (e rezem para que chova, porque os rios não se podem "prender"). Também poderíamos voltar todos à agricultura de subsistência.![]()
proTEJO considera estratégia “Água que Une” um desastre ecológico e social
Movimento de defesa dos rios critica “Governo demissionário” por apresentar plano “apressado, eleitoralista, economicista e megalómano”, que não concilia valores ecológicos com os da economia.www.publico.pt
Nem quero imaginar quando descobrirem que o transvase Sabugal - Meimoa já existe... Aquilo na Meimoa é uma zona de catástrofe, com "populações afectadas e e habitats degradados, destruídos e fragmentados", parece Chernobyl. Tal como no Roxo, em Vale do Gaio, Alvito, Odivelas,etc., todas as albufeiras que têm os habitats fragmentados pelo veneno que recebem do Alqueva."Os transvases de ligação de bacias hidrográficas distintas, nomeadamente, do Douro e do Mondego para o Tejo e do Tejo para o Guadiana, com as denominadas "auto-estradas da água" (ex: ligação Sabugal-Meimoa), vão afectar populações e degradar, destruir e fragmentar habitas" e "vão permitir a transferência de poluição e de espécies entre estas bacias, provocando alterações nos seus ecossistemas", diz o comunicado do proTEJO.