Biodiversidade

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Pelo que consegui apurar, as crias levam, por vezes, quase dois meses a adquirir capacidade de voo, o que deve ocorrer até ao final de julho. Pelo tamanho das crias que aparecem nas fotos da notícia, parece-me estar tudo na normalidade; são crias já com alguma idade, não são recém-nascidas.
Portanto com temperaturas nesta altura que são ocasionalmente atingidas tipicamente em Julho ou Agosto, e as crias ainda sem total capacidade de voo, provavelmente atiram-se do ninho pelo desconforto em que se sentem e julgando que já conseguem voar. :(
 
Bastante curioso, para ver este documentário sobre os tubarões-baleia nos Açores, amanhã às 22h45m na RTP1.

 
Boas alguém sabe que espécie é esta?...
É a minha planta de estimação :D
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Mais umas fotos da biodiversidade do concelho de Arronches. Desta vez faz-se referência ao coelho bravo:
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Fonte: Município de Arronches

Um breve vídeo:



Trabalho fantástico! :thumbsup:
De facto, confirma-se o aumento da existência desta espécie por aqui, pois nos últimos anos tenho visto mais coelhos a fugir pelos campos quando faço as caminhadas. :D
 
Última edição:
Este ano algo de estranho se passa aqui, ainda não vi libelinhas nem libélulas, e nestes dias de calor era certo... :huh:

Confirmo a mesma estranheza, aqui, não só na zona onde vivo (Póvoa de Santa Iria), mas em todos os lugares da AML por onde tenho passado.

Mas deixo aqui a informação de que o Gerês está cheio de diversidade de insectos, de todas as espécies, incluindo libélulas e libelinhas, mas estas em menor número (minha observação directa de finais de Junho, ainda vou publicar algumas fotos).
Não posso deixar de relacionar a ausência/abundância de insectos com a acção humana ao nível da transformação da paisagem e sobretudo o uso de agroquímicos (afinal de contas, substâncias que na sua maioria não existiam na natureza).
 

El colapso ecológico de Doñana arrastra al águila imperial hacia una situación crítica​


La población de águilas imperiales ibéricas de Doñana muestra en los últimos años una tendencia negativa, con los peores resultados reproductivos desde 2005.

A la gran disminución de aves acuáticas a causa de la sequía y la sobreexplotación de las masas de agua de Doñana, se suma al estado crítico de las poblaciones de conejo, su principal fuente de alimentación. Además, la productividad de la especie se situaría por debajo del valor necesario para garantizar la viabilidad de la población.​


Mais aqui: https://seo.org/2022/07/05/el-colap...s8q-N_2ouFWRgftkZwuvGzOgQv_Bo2l8oaoDLTEBDoonU