Este centro está em enchimento, ventos que nada têm a ver com os do primeiro núcleo da Martinho o qual estava em ciclogénese profunda.
O centro da Martinho II é calmo e largo, as linhas de instabilidade mais activas ou já passaram ou vão agora mais pelo interior.
Ver anexo 21014
Centro na Região Oeste, esboço de
sting jet nas Caldas da Rainha, células menos intensas de WSW a entrarem na AML, linha de instabilidade mais forte a passar a Leste de Setúbal.
O movimento do centro para NNE é mais rápido do que a circulação em torno do centro nos quadrantes Oeste, o que impede que haja realmente um fluxo de norte nesses quadrantes, restando um movimento muito lento ou quase estacionário desse lado.
Por exemplo, há células ao largo da costa de Torres Vedras que nem para sul nem para norte, apenas se aproximam lentamente do litoral.